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	<title>Arquivos Cases - Csk Advogados</title>
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	<title>Arquivos Cases - Csk Advogados</title>
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		<title>A lei da liberdade econômica: avançou ou novo desafio jurídico?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 13:04:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cases]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Lei da Liberdade Econômica modernizou o ambiente de negócios brasileiro ao simplificar registros, reduzir formalidades e incentivar o empreendedorismo. A digitalização das juntas comerciais e o processo automatizado de constituição de empresas tornaram a atividade empresarial mais acessível e dinâmica. Entretanto, a maior agilidade também trouxe desafios. Em determinados setores, como o de eventos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h5 class="ql-block" style="text-align: left;" data-block-id="block-c3910b75-d386-4bc7-a992-7ca6c7023ac3">A Lei da Liberdade Econômica modernizou o ambiente de negócios brasileiro ao simplificar registros, reduzir formalidades e incentivar o empreendedorismo. A digitalização das juntas comerciais e o processo automatizado de constituição de empresas tornaram a atividade empresarial mais acessível e dinâmica.</h5>
<h5 class="ql-block" data-block-id="block-a8b9d871-3ee5-4376-92d0-fa4659158601"></h5>
<h5 class="ql-block" data-block-id="block-7d324e87-ff2e-40d5-9306-ee4fab1948b8">Entretanto, a maior agilidade também trouxe desafios. Em determinados setores, como o de eventos ou o imobiliário, observa-se um aumento significativo de abertura de CNPJs para execução de projetos pontuais, seguida de encerramentos rápidos e ausência de bens vinculados a essas empresas. Essa dinâmica, não raras vezes, pode dificultar a responsabilização por débitos e gerar execuções frustradas, com impactos tanto para credores quanto para o próprio sistema judicial.</h5>
<h5 class="ql-block" data-block-id="block-78a14d2e-7194-4b5b-9af0-47a8bdca97fe"></h5>
<h5 class="ql-block" data-block-id="block-8b4a816d-7b1f-45b5-a6b3-70820f05a3f9">O avanço da desburocratização para criação de novas empresas exige, portanto, um novo olhar do mercado e dos profissionais da área jurídica. O contencioso estratégico passou a desempenhar papel essencial nesse cenário, unindo atuação processual e visão preventiva para garantir a efetividade de eventuais decisões judiciais e mitigar riscos de fraudes ou de esvaziamento patrimonial em prejuízo a credores.</h5>
<h5 class="ql-block" data-block-id="block-286f3fcf-5007-4fc6-bb6f-c613dff8f5c6"></h5>
<h5 class="ql-block" data-block-id="block-a9ad285f-0893-4ec4-a02f-be57e29dea9c">Entre as principais medidas recomendadas, para evitar prejuízos financeiros futuros e garantir maior segurança na celebração desses contratos, estão:</h5>
<h5 class="ql-block" data-block-id="block-7fa63b1a-3e5f-4437-bb66-16c34ddaf76e"></h5>
<h5 class="ql-block" data-block-id="block-e619ccee-b07f-4533-b298-70eca001baf3">• Due diligence prévia na contratação, com verificação de histórico societário e fiscal;</h5>
<h5 class="ql-block" data-block-id="block-c19fe91e-7a6a-49be-97e6-cf680253019d">• Cláusulas contratuais de garantia e compliance, que reforcem a transparência e a segurança jurídica;</h5>
<h5 class="ql-block" data-block-id="block-600c1a89-8ae9-41d4-8ee4-22f8c3698088">• Monitoramento de vínculos societários e novos registros vinculados a sócios;</h5>
<h5 class="ql-block" data-block-id="block-0caf301b-da9b-4413-8253-3032093e3e75">• Integração com bases públicas e sistemas de alerta, como os disponibilizados pela Receita Federal e juntas comerciais.</h5>
<h5 class="ql-block" data-block-id="block-c2796e1b-3b06-4434-9b33-71f7cd764204"></h5>
<h5 class="ql-block" data-block-id="block-40ca77cf-aa97-4c26-82ca-e751b761da54">Mais do que resolver litígios, a assessoria jurídica adequada atua como instrumento de inteligência jurídica capaz de antecipar riscos e estruturar soluções de longo prazo. A desburocratização é positiva e necessária, mas deve caminhar ao lado de práticas responsáveis e de uma atuação técnica voltada à prevenção e à eficiência.</h5>
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		<title>Consensualidade nos acordos tributários, mito ou realidade?</title>
		<link>https://cskadvogados.com.br/consensualidade-nos-acordos-tributarios-mito-ou-realidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 18:20:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cases]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nas últimas décadas, o sistema jurídico-tributário brasileiro passou por significativas transformações, especialmente no que diz respeito à relação entre o Estado e o contribuinte. Uma dessas mudanças mais relevantes é a tentativa do Estado em fortalecer a consensualidade nas relações entre os contribuintes e o Fisco, especialmente por meio dos instrumentos de transação tributária. Historicamente,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h5><span style="font-weight: 400;">Nas últimas décadas, o sistema jurídico-tributário brasileiro passou por significativas transformações, especialmente no que diz respeito à relação entre o Estado e o contribuinte. Uma dessas mudanças mais relevantes é a tentativa do Estado em fortalecer a consensualidade nas relações entre os contribuintes e o Fisco, especialmente por meio dos instrumentos de transação tributária.</span></h5>
<h5><span style="font-weight: 400;">Historicamente, o modelo tributário brasileiro sempre foi marcado por uma postura essencialmente engessada e burocrática por parte do Estado, o que resultou em uma cultura de litígios, que acabou por gerar um sistema judiciário sobrecarregado. A falta de alternativas efetivas à judicialização gera insegurança jurídica tanto para os contribuintes quanto para a administração tributária, além de excessivos gastos para toda a sociedade.</span></h5>
<h5><span style="font-weight: 400;">Nesse contexto, surgiu a necessidade de se adotar mecanismos mais flexíveis e colaborativos, alinhados aos princípios da eficiência, economicidade e razoabilidade. Por consequência, foram editadas uma série de normas que criaram e viabilizaram a possibilidade de os contribuintes proporem diferentes tipos de transação tributária, como, por exemplo a </span><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=6b419d715691fe69&amp;cs=0&amp;q=Portaria+PGFN+n%C2%BA+6.757%2F2022&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwiasdf2_NqPAxV6l5UCHZQaNx4QxccNegQIAhAB&amp;mstk=AUtExfCQPdb_8XS6iCe5Rn_HRGExOdXZu-dblxXpr8qUhG9Q3Vb0ZKs_Zn_ezNdYEdAIJnOCFl16oAndoTSndLd1qLa6DKVv1RuSzxpGCFEQMdbVw4qyh36XD5p08lnO0QCgYxQ&amp;csui=3"><span style="font-weight: 400;">Portaria PGFN nº 6.757/2022</span></a><span style="font-weight: 400;"> que criou as propostas de transação tributária individual, revisão da capacidade de pagamento, entre outras.</span></h5>
<h5><span style="font-weight: 400;">Esse marco normativo representaria uma guinada importante em direção à consensualidade e à desjudicialização dos conflitos tributários, aproximando-se de modelos já adotados em outras jurisdições mais avançadas em matéria de administração fiscal.</span></h5>
<h5><span style="font-weight: 400;">No entanto, apesar desse cenário idílico projetado pelas falas dos integrantes do Fisco e pelo que se é exposto nas inovadoras legislações, a realidade se mostra bem diferente. </span></h5>
<h5><span style="font-weight: 400;">O que se constata “na prática” é que as autoridades ainda apresentam um engessamento muito grande para viabilizar a utilização desses novos instrumentos, são criadas barreiras inesperadas, como, por exemplo, mas não se limitando a, demora desmedida na análise de seus pedidos administrativos e inobservância dos preceitos legais com a imposição de requisitos formais inexistentes.</span></h5>
<h5><span style="font-weight: 400;">Diante disso, apesar da transação tributária representar um instrumento jurídico que representaria uma mudança cultural na relação entre Fisco e contribuinte, ao promover o diálogo, a confiança e a cooperação, a consensualidade, os representantes do Fisco ainda se prendem em antigas amarras que podem ferir de morte o intuito desse inovador instrumento.</span></h5>
<h5><span style="font-weight: 400;">A consequência desse cenário não poderia ser outra, senão a necessidade de se socorrer ao Poder Judiciário. Logo, contribuintes que se viram lesados pela demora exacerbada dos procedimentos para celebração dos acordos e/ou imposição de requisitos alheios à legislação, têm buscado no Judiciário meios para fazer valer o tão propagado discurso de consensualidade. E, assim, não pode colocar uma pá de cal na litigiosidade.</span></h5>
<h5></h5>
<h5><b>Equipe de Direito Tributário CSK</b></h5>
<h5></h5>
<h5><b>Referências:</b></h5>
<h5><a href="https://www.jota.info/tributos/pgfn-defende-ajustes-em-regras-de-contencioso-para-diminuir-potenciais-litigios"><span style="font-weight: 400;">https://www.jota.info/tributos/pgfn-defende-ajustes-em-regras-de-contencioso-para-diminuir-potenciais-litigios</span></a><span style="font-weight: 400;"> </span></h5>
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